Prefeito de Anchieta não vai à Assembleia explicar suposta fraude em consórcio

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Prefeito de Anchieta não vai à Assembleia explicar suposta fraude em consórcio
Prefeito de Anchieta não vai à Assembleia explicar suposta fraude em consórcio

Prefeito de Anchieta não vai à Assembleia explicar suposta fraude em consórcio
Prefeito de Anchieta não vai à Assembleia explicar suposta fraude em consórcio
A Comissão de Defesa da Cidadania e dos Direitos Humanos da Assembleia Legislativa (CDHC) vai marcar uma nova data para dar prosseguimento à apuração de denúncia sobre suposta fraude no Consórcio Público da Região Expandida Sul, o CIM Expandida Sul.

O prefeito de Anchieta e atual presidente do consórcio, Fabrício Petri (MDB), não compareceu para prestar esclarecimentos nesta terça-feira (6), como estava previsto.

Na primeira reunião após o recesso parlamentar, a comissão ouviu a ex-secretária de Saúde de Piúma, Luíza Mathias, que também atuou em Anchieta. Ela disse não possuir informações sobre o caso e que atualmente é funcionária efetiva do município de Piúma, onde o consórcio também atua.

O objetivo da comissão é esclarecer pontos sobre o consórcio de saúde a partir de denúncias apresentadas por um grupo de seis vereadores do município de Itapemirim, segundo a assessoria da deputada Iriny Lopes (PT), que presidiu os trabalhos da comissão na ausência do presidente efetivo, Enivaldo dos Anjos (PSD).

Os vereadores estiveram pela primeira vez na comissão no mês de junho. Na ocasião, pediram apoio ao colegiado na apuração de supostos direcionamentos de verbas públicas e favorecimento de empresas credenciadas ao CIM. O consórcio tem atuação nos municípios de Alfredo Chaves, Anchieta, Cachoeiro de Itapemirim, Iconha, Itapemirim, Guarapari, Marataízes e Piúma.

Os vereadores de Itapemirim instauraram uma Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) na Câmara Municipal, a CPI do Consórcio da Saúde, para apurar possíveis atos ilícitos. No entanto, a CPI está com os trabalhos suspensos por força de decisão judicial. Um dos alvos das investigações é o atual prefeito de Itapemirim, Thiago Peçanha (PSDB), que presidiu o CIM nos anos de 2017 e 2018, período em que, segundo os denunciantes, a prefeitura teria feito repasses milionários ao consórcio.

Por: Século Diário

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